sábado, 27 de fevereiro de 2016

5 maneiras de você ser muito usado por Deus em sua igreja e no mundo

Apesar de infelizmente nossas igrejas estarem cheias de pessoas que têm como objetivo máximo de sua vida cristã esquentar o banco da igreja até morrer, é certo que não são todos que têm esse comportamento. Temos muitas pessoas dispostas, que amam a Deus e a Sua obra e que desejam ardentemente colaborar na realização desse grande trabalho que Deus colocou nas mãos de Seus servos. Apesar dessa boa vontade, muitas dessas pessoas ficam perdidas sem saber como servir a Deus em suas igrejas e no mundo. Pensando nessas pessoas elaborei essa lista com cinco formas de você ser usado por Deus na obra.
VOCÊ SERÁ MUITO USADO POR DEUS NA IGREJA E NO MUNDO…
1-) Sabendo que você tem pelo menos um dom
Já ouvi muitas pessoas afirmarem que não ter nenhum dom. Na realidade isso é uma inverdade! Todo servo de Deus resgatado por Cristo tem pelo menos um dom. Observe o que a Bíblia diz: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.” (Efésios 4.8). Além desse texto, a parábola dos talentos (Mt 25.14-30) mostra que os servos daquele senhor receberam no mínimo um talento. Por isso, se quer ser muito usado por Deus saiba que você tem pelo menos um dom!
2-) Descobrindo seu dom
Qual é o seu dom? Sabe dizer? Dom é uma dádiva de Deus, que Ele deu aos Seus servos para melhor O servirem em algumas áreas mais específicas de Sua obra. Para descobrir seu dom, comece a prestar atenção naquilo que faz bem, que mais ama fazer, que mais toca seu coração. Converse também com pessoas mais experientes na fé e peça ajuda para identificar seu dom. Se ainda não tem nem ideia de que tipo de dom Deus deu a você, comece a orar pedindo a Deus que lhe mostre seu dom de forma clara.
Qual você quer? Escolha e clique:
3-) Colocando seu dom a serviço de Deus e do próximo
Descobrir o dom é apenas uma parte do caminho. Isso porque vemos muitas pessoas que sabem que têm um dom, mas não o usam, desperdiçando-o. Vemos esse exemplo na parábola dos talentos, onde um dos que receberam talentos o enterrou ao invés de fazê-lo render. Por isso, se você sabe seu dom, é hora de conversar com a liderança da sua igreja e colocar as mãos à obra! Não enterre esse presente vindo de Deus para você, use-o!
4-) Sabendo que tem coisas que não dependem de você ter um dom para realizá-las
Como eu disse no inicio, os dons são habilidades mais específicas, para trabalhos mais específicos na obra de Deus (pastorado, diaconato, evangelismo, missões, etc). Pensando nisso precisamos entender que determinadas ações não dependem de você ter um dom para realizar. Por exemplo, para orar não é preciso ter um dom, basta você se dispor e orar. Para ajudar o próximo não precisa ter um dom, basta se dispor e por a mão na massa. Para ajudar a limpar a igreja não precisa ter um dom, basta estar disponível. A grande maioria das atividades no reino de Deus não depende de termos um dom específico para realizar, depende de termos vontade, envolvimento e disposição para o trabalho.
5-) Dispondo-se nas coisas que têm condições de fazer
Saiba que você pode colaborar hoje mesmo com o reino de Deus, mesmo sem saber ao certo qual é o seu dom. Pode se dispor, por exemplo, a ajudar pessoas que já exercem seus dons, pode começar a orar pela obra, pelos líderes, pode evangelizar, pode contribuir, pode dar um abraço, pode receber os visitantes, pode falar de Jesus aos colegas de trabalho, pode ser um exemplo de testemunho… pode fazer milhares de coisas e colaborar! Agora, se já sabe qual é o seu dom, poderá atuar com mais energia nessa área mais específica que Deus te preparou e também, é claro, em outras áreas na medida da sua disponibilidade.
CONCLUSÃO
Não podemos dar desculpas de que não servimos a Deus porque não sabemos como fazê-lo. Agora você já sabe e pode começar hoje mesmo a contribuir para esse reino, sabendo ou não qual é o seu dom!

“Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais…” (1 Coríntios 14.1)
4 passos para ser mais forte espiritualmente

Descrição: https://media.deseretdigital.com/file/c9b7b16729.jpg?resize=width_300&c=8&a=bd3102be
·         É realmente interessante observar o trabalho de bons músicos: Eles estudam dia e noite a mesma música, sem parar e sem desanimar. Deixam muitas coisas de lado para se dedicar apenas a um pedaço de papel cheio de “formigas ilegíveis” – notas musicais escritas em diversos tempos e entoações diferentes. Alguns podem até pensar: "Esses aí estão perdendo o melhor da vida e da diversão", ou até “Para que tanto esforço se eles não estão chegando a lugar algum?”. Talvez visivelmente esses bons músicos não estejam atingindo o que as pessoas ao redor esperavam ver – ainda – porém o estudo constante e regular fez algo mudar dentro deles: eles passaram a amar a música e ela passou a fazer parte deles também. Futuramente essa mudança será notória e poderá ser observada tanto por dentro quando por fora. Eles poderiam ter desistido? Mas é claro que sim. Foi fácil? Acredito que na maioria das vezes não; porém, o ponto crucial para que eles se tornassem o que são foi à esperança de que aquilo daria certo, o empenho que tiveram ao estudar, o amor que tiveram pela música e provavelmente a pontualidade em seguir a agenda de estudos. E tudo isso serviu de experiência para eles, pois através dessa batalha que travaram ao estudar, puderam moldar o seu caráter individualmente. Mas por que estou citando um estudo de música se o verdadeiro tema deste artigo não tem nada a ver com música? É simples, porque a comparação deste estudo musical com o que vamos ler aqui irá ajudá-los a compreender melhor como ser forte espiritualmente.
Ser forte espiritualmente é uma missão para todos os dias. É o que irá nos suster e nos dar ânimo e vigor quando todas as outras coisas no mundo falharem, e é algo que é conseguido com muito empenho e trabalho árduo.
Richard J. Maynes, proprietário e diretor de uma empresa e líder religioso disse: "Todas as manhãs, quando acordamos, encaramos um novo dia cheio de desafios da vida. Esses desafios vêm de muitas formas: problemas físicos, revezes financeiros, dificuldades de relacionamento, atribulações emocionais e até dúvidas em relação a nossa própria fé.
Muitos desafios que enfrentamos na vida podem ser solucionados e vencidos. Contudo, outros podem ser difíceis de compreender e impossíveis de sobrepujar, e estarão conosco até que passemos para a vida futura. Ao perseverarmos temporariamente nos desafios que podemos solucionar e ao continuarmos a suportar aqueles que não podemos resolver, é importante lembrar que a força espiritual que desenvolvermos vai nos ajudar a perseverar com sucesso em todos os desafios que enfrentarmos na vida. (...) Estar espiritualmente preparado significa que desenvolvemos força e vigor espiritual: que estamos em boa forma espiritual. Estaremos “em boa forma espiritual se escolhemos constantemente o certo.”.
Como podemos então adquirir essa fortaleza para nossas vidas?
·         1. Crie uma referência entre boas e más escolhas
Uma boa maneira de começar a se fortalecer espiritualmente é criando um parâmetro em sua própria vida, avaliando seu dia a dia e vendo quais atitudes precisam ser mudadas e quais podem permanecer e se desenvolver. Um bom indicador das nossas ações é a nossa consciência, que sempre se mostra leve como uma pluma ao realizarmos uma boa escolha ou pesada como concreto ao realizarmos uma má escolha. A força espiritual só se desenvolverá se escolhermos aquilo que é correto e bom.
·         2. Seja gentil, paciente e tolerante.
Gentileza proporciona gentileza, a paciência como virtude e a tolerância para com nossos semelhantes criam um ambiente saudável e um padrão que aumenta a nossa força espiritual e a capacidade de resistir àquelas forças que tentam nos destruir.
·         3. Persevere
Assim como uma chave é essencial para se destrancar uma porta, a perseverança é essencial para que se chegue a algum lugar. Você só poderá ter força espiritual se batalhar para consegui-la, e assim como aqueles bons músicos trabalharam arduamente para tocar suas mais belas músicas, é necessário que se trabalhe muito, diariamente. Se acaso venha a se sentir desanimado ou desamparado, lembre-se que outros já passaram por dificuldades semelhantes e venceram. O próprio Senhor Jesus Cristo já passou por dificuldades semelhantes na mortalidade, porém, o diferencial é que Ele perseverou e venceu. Se muitos já conseguiram, você também consegue.
·         4. Envolva sua família e crie uma fortaleza resistente
Melhor do que trabalhar sozinho é ter a segurança de ser apoiado por sua família. Sendo assim, uma fortaleza espiritual será bem mais resistente se todos os membros da família estiverem engajados na mesma causa. Então pratiquem boas ações em família, divirtam-se juntos, leiam e estudem juntos, e fortaleçam os laços familiares e verão que será mais fácil enfrentar a vida e os desafios do dia a dia.
Lembre-se de que desenvolver a força espiritual requer boa vontade, perseverança, união e a prática de muitas boas ações, requer a confiança em Deus e acreditar que mesmo parecendo que tudo é em vão, isso vai ser para o seu bem e vai realmente criar uma muralha resistente contra a destruição que lhe pode advir. Lembre-se sempre que todo sacrifício por uma boa causa vale a pena e um dia renderá deliciosos frutos doces em sua vida.


4 (Quatro) Coisas Necessárias Para Fazer a Obra de Deus
“Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais”. Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares. (Josué 1.6-9)
Introdução
A obra de Deus não pode ser feita por voluntários. Não pode ser feita de acordo com os projetos humanos independentes de Deus, Seu propósito e Sua vontade. Daí que, a tese deste estudo é que Deus tem um projeto, uma forma de executá-lo e para isto chama e comissiona homens para trabalhar em cooperação com Ele. No texto acima, seu projeto era conduzir o povo à terra prometida (vs. 6). Para isto chama Josué e lhe dá instruções especificas de como fazê-lo (vs. 7 à 9). Na leitura do texto acima podemos então destacar quatro coisas necessárias para fazer a obra de Deus, a saber:
1.     Consciência do chamado de Deus.
“Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” (Josué 1.9)
“Não te mandei eu?” Fica claro a necessidade de ser enviado por Deus. Ninguém pode fazer a obra de Deus sem mandato. Doutra sorte, quem é enviado deve ter consciência disso. Outras aplicações deste versículo:
a)     Quem chama capacita: “Sê forte e corajoso...”
b)    A presença de Deus é garantida na execução do chamado: “Porque o Senhor é contigo por onde quer que andares” (Conferir com o nosso chamado em Mt 28.18-20; 1ª Pe 2.9; Rm 10.9-10).
 2.     Visão
“Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares.” (Josué 1.7)  
Sem visão não teremos estratégia, coesão e comprometimento do povo com a causa que esposamos. A visão do rumo certo nos compromete com a oração, estimula a nossa fé e fornece bases definidas para a obediência. Nossa visão prática:
a)     Evangelho do reino de Deus;
b)    Discipulado (Ser e fazer discípulos);
c)     Vida em comunidade (Comunhão e relacionamentos) e,
d)    Igreja nas casas.
3.     Transmissão
“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Josué 1.8)
Transmissão diz respeito à forma e comunicação da visão. Antes de tudo, porém, se faz necessário incorporar, encarnar a visão: “...antes, medita nele dia e noite...” Se a causa que esposamos não nos envolver completamente, não conseguiremos a adesão de outros. O que devemos transmitir em relação à visão:
a)     Conhecimento: Não nos referimos aqui a conhecimento intelectual somente, mas aquele que advêm da relação e intimidade com Deus e Sua palavra;
b)    Experiência: Se relaciona à prática do conhecimento;
c)     Conduta e comportamento: Se relaciona à transformação como resultado da obediência e do relacionamento e,
d)    Relacionamento: Se refere à forma como conhecimento, a experiência e a conduta são obtidas, isto e, através da comunhão intima com Deus e uns com outros.
4.     Comprometimento
“Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Josué 1.7-8)
Para teres o cuidado... (vs 7), ...para que tenhas o cuidado... (vs 8). Comprometimento diz respeito ao zelo que temos com nosso chamado, com a visão e a transmissão. O fracasso nesta área pode comprometer todo o projeto.
Características do comprometimento:
a)     Pontualidade;
b)    Assiduidade;
c)     Tempo qualificado e,
d)    Disponibilidade.
Conclusão:
É bem possível ser chamado por Deus e ter consciência disso. Entretanto, se a visão for negligenciada, a transmissão não for adequada e o comprometimento não for integro, não haverá sucesso no empreendimento, embora Deus tenha prometido (vs 7 e 8). A prosperidade “então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido...” (vs 8), depende de uma espiritualidade comprometida com o chamado, visão e transmissão do projeto de Deus.