sexta-feira, 11 de março de 2016

                                                        
PERDENDO OU AFASTANDO-SE DE JESUS NO TEMPLO: REFERENCIA SOBRE O DIZIMO: Deuteronômio 14,22-27
Olá meus irmãos em Cristo Jesus, vamos ter muito cuidado para não perdermos Jesus no templo, pois muitos ainda não sabem, mas estão se afastando de Jesus cada vez mais, e se preocupando em fazer as coisas entre quatro paredes, ou seja, no templo, pois Jesus jamais mandou fazer templos, e sim pregar o evangelho puro e genuíno a toda criatura, pois a bíblia diz que nós somos chamados para fora e não para dentro, as almas estão perecendo lá fora do templo e não dentro do templo, pois se nós ficarmos entre quatro paredes, não tem a mínima chance de ganhar almas pra Jesus, à realidade é que estamos presos dentro do templo e dependendo do sistema dos homens, pois que fique bem claro que somos livres pra cumprir o ide de Jesus quando ele diz: Vão pelo mundo inteiro e anunciem o evangelho a todas as pessoas. Mas infelizmente o homem quer nos prender e proibir de sairmos por causa do tal do sistema que existe dentro das igrejas, o sistema é aquela norma da igreja que temos que cumprir e estar de acordo com o que o homem disser, por exemplo: pra podermos visitar alguém ou qualquer congregação temos que levar a tal carta de recomendação ou de mudança, se não for assim nós não somos aceitos, mas se fizermos como Jesus nos manda, aí sim será muito mais abençoado, vê se vocês concordam comigo, vocês acham que nós indo todos os dias ou todas as noites para o templo de paletó gravata e bíblia embaixo do braço, estamos pregando o evangelho como deveria ser? Pois a obra de Deus não é feita dentro do templo, a obra de Deus não sofre como alguém diz que se eu não fizer o trabalho do Senhor à obra vai sofrer, estão enganados, pois a obra do eterno é simplesmente você ajudar o próximo, ou seja, alguém que esteja necessitado, coisas que as igrejas não fazem, Pois quando estamos necessitados e vamos procurar a igreja pra nos ajudar recebemos logo uma frase universal, Não podemos ajudá-lo no momento, mas vou orar por você, é assim que devemos ser tratados? De que adianta sermos fiéis nos dízimos mensalmente, pra quando precisarmos não ser atendidos? Pois muitos por não saberem dão o dizimo por causa da lei ou por medo, achando que é uma obrigação dar o dizimo, e dando será abençoado, e se você aprendeu esse ensinamento assim meu querido ou minha querida, aprenderam tudo errado, Pra onde está indo todo esse dinheiro? Você é abençoado meu irmão, não por que dá o dízimo, e sim porque trabalha, fique sabendo disso e pense bem, Não quero me estender muito e finalizo aqui com esse comentário resumido, pois se eu for falar mais do que o eu aprendi com a verdadeira palavra do eterno, e buscando o meu próprio conhecimento em Deus, muitos vão até ignorar, pois não devemos só ouvir o que o pastor diz, e sim conferir e saber se realmente o que ele está falando tem base bíblica, leiam a palavra sempre que puderem, pois muitos só lêem quando estão no templo, mas não é pra ser assim leiam em casa também, e busquem seus próprios conhecimentos, pois fazendo assim você verás que sua vida irá mudar completamente, não aceitem ou digam muitas coisas que ouviu alguém dizer, mas digam tão-somente o que a bíblia manda dizer, não permaneça errantes por falta de entendimento, desde já agradeço a todos diretamente ou indiretamente, fiquem na paz e com o eterno todos vocês.

sábado, 27 de fevereiro de 2016

PORQUE NÃO CELEBRAR O NATAL, 10 MOTIVOS.

Descrição: http://dudukkinha.zip.net/images/NatalJesus.gif 

Não se Engane! Veja Porque você não deve participar desta comemoração mentirosa!

“E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação de vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de DEUS. "(Romanos 12: 2)

1-  Porque a Bíblia não manda celebrar o nascimento.

2-  Porque Jesus não nasceu em 25 de dezembro. Esta data foi designada por Roma numa aliança pagã no século IV. A primeira intenção era cristianizar o paganismo e paganizar o cristianismo, de acordo com o calendário Judaico Jesus nasceu em setembro ou outubro.

3- A igreja do Senhor está vivendo a época profética da festa dos tabernáculos, que significa a preparação do caminho do Senhor, e, se você prepara o caminho para Ele nascer, não prepara para Ele voltar.

4-  O natal é uma festa que centraliza a visão do palpável e esquece do que é espiritual. Pra Jesus o mais importante é o Reino de Deus que não é comida nem bebida, mas justiça e paz no espírito.

5- Porque o natal se tornou um culto comercial que visa render muito dinheiro. Tirar dos pobres e engordar os ricos. É uma festa de ilusão onde muitos se desesperam porque não podem comprar um presentinho para os filhos.

6-  Porque esta festividade está baseada em culto à falsos deuses nascidos na Babilônia. Então, se recebemos o natal pela igreja católica romana, e esta por sua vez recebeu do paganismo, de onde receberam os pagãos? Qual a origem verdadeira?
O natal é a principal tradição do sistema corrupto, denunciado inteiramente nas profecias e instruções bíblicas sobre o nome de Babilônia. Seu início e origem surgiu na antiga Babilônia de Ninrode.  Na verdade suas raízes datam de épocas imediatamente posteriores ao dilúvio.

Ninrode, neto de Cão, filho de Noé, foi o verdadeiro  fundador do sistema babilônico que até hoje domina o mundo - Sistema de Competição Organizado -  de impérios e governos pelo homem, baseado no sistema econômico de competição e de lucro. Ninrode construiu a Torre de Babel, a Babilônia primitiva, a antiga Nínive e muitas outras cidades. Ele organizou o primeiro reino deste mundo. O nome Ninrode, em hebraico, deriva de “Marad” que significa “ele se rebelou, rebelde”.
Sabe-se bastante de muitos documentos antigos que falam deste indivíduo que se afastou  de Deus. O homem que começou a grande apostasia profana e bem organizada, que tem dominado o mundo até hoje.
Ninrode era tão perverso que se diz que casou-se com sua mãe, cujo nome era Semíramis. Depois de sua morte prematura, sua mãe-esposa propagou a doutrina maligna da sobrevivência de Ninrode como um ente espiritual. Ela alegava que um grande pinheiro havia crescido da noite para o dia, de um pedaço de árvore morta, que simbolizava o desabrochar da morte de Ninrode para uma nova vida.
Todo ano, no dia de seu aniversário de  nascimento ela alegava que Ninrode visitava a árvore “sempre viva” e deixava presentes nela. O dia de aniversário de Ninrode era 25 de dezembro, e esta é a verdadeira origem da “árvore de natal”.
Por meio de suas artimanhas e de sua astúcia, Semíramis converteu-se na “Rainha do Céu” dos babilônicos, e Ninrode sob vários nomes, converteu-se no “Divino Filho do Céu”. Por gerações neste culto idólatra. Ninrode passou a ser o falso Messias, filho de Baal: o deus-sol. Nesse falso sistema babilônico, “a mãe e a criança” ou a “Virgem e o menino” (isto é, Semíramis e Ninrode redivivo) transformaram-se em objetos principais  de adoração. Esta veneração da “virgem e o menino” espalhou-se pelo mundo afora; o presépio é uma continuação do mesmo em nossos dias, mudando de nome em cada  país  e língua. No Egito chamava-se Isis e Osiris, na Ásia Cibele e Deois, na Roma pagã Fortuna e Júpiter, até mesmo na Grécia, China, Japão e Tibete, encontra-se o equivalente da Madona (minha dona ou minha senhora), muito antes do nascimento de Jesus Cristo.

7- Esta festa não glorifica a Jesus pois quem a inventou foi a igreja católica romana, que celebra o natal diante dos ídolos (estátuas). Jesus é contra a idolatria e não recebe adoração dividida.

 8- Porque os adereços (enfeites) de natal são verdadeiros altares de deuses da mitologia antiga que (que são demônios): Árvore de Natal – é um ponto de contato que os demônios gostam. No ocultismo oriental os espíritos são invocados por meio de uma árvore. De acordo com a enciclopédia Barsa, a árvore de natal é de origem germânica, datando o  tempo de São Bonifácio, foi adotada para substituir o sacrifício do carvalho de ODIM, adorando-se uma árvore em homenagem ao Deus menino. Leia a bíblia e confira em Jeremias 10:3,4; I Reis 14:22,23; Deuteronômio 12:2,3; II Reis 17:9,10; Isaías 57:4,5; Deuteronômio 16:21 e Oséias 4:13.
As velas acendidas – faz renascer o ritual dos cultos ao deus sol.
As guirlandas – são símbolos da celebração memorial aos deuses, significam um adorno de chamamento e legalidade da entrada de deuses.
A Bíblia nunca anunciou que Jesus pede guirlandas, ou que tenha recebido guirlandas no seu nascimento, porque em Israel já era sabido que fazia parte de um ritual pagão. O presépio – seus adereços estão relacionados diretamente com os rituais ao deus-sol. É um altar de incentivo à idolatria, que é uma visão pagã.
A Palavra de Deus nos manda fugir da idolatria (I Coríntios 10:14,15; Gálatas 5:19,21). Papai Noel – é um ídolo, um santo católico chamado Nicolau, venerado pelos gregos e latinos em dezembro, sendo que sua figura é a de um gnomo buxexudo e de barba branca. O gnomo de acordo com o dicionário Aurélio é um demônio da floresta.
Troca de presentes – na mitologia significa eternizar o pacto com os “deuses”.
Ceia de Natal – um convite à glutonaria nas festas pagãs ao deus-sol o banquete era servido  a meia –noite.

9-  O natal de Jesus não tem mais nenhum sentido profético pois na verdade todas as profecias que apontavam para sua primeira vinda à terra já se cumpriram. Agora nossa atenção de se voltar para sua Segunda vinda.

10-  A festa de natal traz em seu bojo um clima de angústia e tristeza, o que muitos dizem ser saudades de Jesus, mas na verdade é um espírito de opressão que está camuflado, escondido atrás da tradição romana que se infiltrou na igreja evangélica, e que precisamos expulsar em nome de Jesus.

 

PROCEDIMENTO DA LIBERTAÇÃO

Temos um Deus que transforma maldição em bênção. Agora não somos mais ignorantes quanto à festividade iniciada na Babilônia. Qual deve ser então nosso procedimento prático?

1 - Lançar fora toda dependência sentimental da data do “sol invictus” (25 de dezembro ).

2 - Instruirmos nossos filhos e discípulos: “conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. João 8:32 – Nos livrarmos de todo enfeite com motivos natalinos pois sabemos suas origens.

3 - Não ficarmos sujeitos financeiramente à comidas importadas típicas. É um dia  como outro qualquer.

4 - Resistirmos ao espírito satânico de gastos no natal, principalmente se houverem dívidas. Vigiar as “ofertas do papai Noel”. Só devemos comprar o necessário. Mamon, demônio das riquezas, criou dependência na mente humana onde as pessoas têm de estar nas festividades de fim de ano com casa nova, roupa nova, etc.

5 -  Devemos aproveitar a data (Andai em sabedoria para com os que estão de fora, usando bem cada oportunidade. Colossenses 4:5) para estar com parentes e amigos em suas casas, falando da necessidade do nascimento de Jesus em seus corações, pois este é o verdadeiro presente que o “aniversariante” quer receber. É um propício momento evangelístico, quando encontramos pessoas com o coração aberto para ouvir de Jesus.

6 - Entender que a maioria dos crentes não visualiza a situação do natal, preferindo viver segundo seus sentimentos e tradições.

7 -  Não confundir Passagem do Ano com Natal. Não é errado desejar feliz Ano Novo para alguém, mas sim, Feliz Natal. Podemos usar algumas expressões: Que Jesus nasça no seu coração (ou na sua vida)!


Que a paz do Senhor Jesus habite no seu coração todos os dias.


6 dicas para evitar o hábito de julgar pela aparência
·         Infelizmente o hábito de julgar as pessoas pela aparência ainda existe e é transmitido de geração a geração através dos exemplos. Esse mau hábito precisa definitivamente acabar. As pessoas não podem e nem devem ser julgadas pela roupa que usam, pelas palavras que falam ou pelo local onde moram, é preciso muito mais que isso para conhecer profundamente uma pessoa.
·         Se você ou alguém conhecido tem essa tendência, é preciso tomar uma atitude e rapidamente mudar, pense nas seguintes dicas:
1.     Cada pessoa é única. Junto de cada ser humano que existe neste planeta há uma bagagem de histórias e aprendizado que é impossível ser descoberto em apenas alguns olhares. As pessoas carregam consigo uma história de vida única e isso precisa ser respeitado.
2.     Da próxima vez que sentir essa tendência dentro de si, pare e pense antes nas palavras que irá expor, ou até mesmo pense melhor sobre o que está pensando em relação à outra pessoa. Pensar antes de falar ou agir é uma atitude realmente importante e ajuda a evitar uma série de possíveis enganos.
3.     Tente se colocar no lugar do outro. Há problemas na vida de todos e na grande maioria das vezes as pessoas procuram resolvê-los de forma tranquila sem deixar-se abater, no entanto, algumas pessoas acabam por deixarem-se influenciar pelos problemas e passam a ter atitudes que podem ser consideradas "estranhas" aos olhos dos outros. Quando usamos de empatia com o próximo aprendemos a amá-lo mais facilmente e respeitar suas limitações e sua história de vida. Isso tudo gera crescimento e amadurecimento.
4.     Ao invés de julgar e criticar ofereça ajuda com o que puder. Muitas vezes essa ajuda pode ser uma simples conversa ou até mesmo um breve sorriso. Dê atenção às pessoas a sua volta e não críticas. Cuide mais da sua própria história, ela se tornará mais feliz se usar o tempo para ajudar ao próximo.
5.     Lembre-se que aos olhos do Senhor somos todos iguais. Somos Seus filhos e Ele nos ama, fomos criados a Sua imagem e semelhança. Será que Ele se alegra quando tratamos com indiferença ou superioridade um de nossos irmãos?
6.     Quando um pensamento ruim sobre outra pessoa vier à mente tente se lembrar de um exercício e procurar nesta mesma pessoa algumas qualidades e fale-as para você mesmo primeiramente. Depois tome a coragem de dizer a pessoa em um momento oportuno. Isso o ajudará muito a ver as qualidades nas pessoas ao invés de julgá-las.
A vida traz muitos aprendizados. Selecionar os sentimentos e aprender com eles é um dos aprendizados que torna a vida muito mais feliz.


5 maneiras de você ser muito usado por Deus em sua igreja e no mundo

Apesar de infelizmente nossas igrejas estarem cheias de pessoas que têm como objetivo máximo de sua vida cristã esquentar o banco da igreja até morrer, é certo que não são todos que têm esse comportamento. Temos muitas pessoas dispostas, que amam a Deus e a Sua obra e que desejam ardentemente colaborar na realização desse grande trabalho que Deus colocou nas mãos de Seus servos. Apesar dessa boa vontade, muitas dessas pessoas ficam perdidas sem saber como servir a Deus em suas igrejas e no mundo. Pensando nessas pessoas elaborei essa lista com cinco formas de você ser usado por Deus na obra.
VOCÊ SERÁ MUITO USADO POR DEUS NA IGREJA E NO MUNDO…
1-) Sabendo que você tem pelo menos um dom
Já ouvi muitas pessoas afirmarem que não ter nenhum dom. Na realidade isso é uma inverdade! Todo servo de Deus resgatado por Cristo tem pelo menos um dom. Observe o que a Bíblia diz: “Por isso, diz: Quando ele subiu às alturas, levou cativo o cativeiro e concedeu dons aos homens.” (Efésios 4.8). Além desse texto, a parábola dos talentos (Mt 25.14-30) mostra que os servos daquele senhor receberam no mínimo um talento. Por isso, se quer ser muito usado por Deus saiba que você tem pelo menos um dom!
2-) Descobrindo seu dom
Qual é o seu dom? Sabe dizer? Dom é uma dádiva de Deus, que Ele deu aos Seus servos para melhor O servirem em algumas áreas mais específicas de Sua obra. Para descobrir seu dom, comece a prestar atenção naquilo que faz bem, que mais ama fazer, que mais toca seu coração. Converse também com pessoas mais experientes na fé e peça ajuda para identificar seu dom. Se ainda não tem nem ideia de que tipo de dom Deus deu a você, comece a orar pedindo a Deus que lhe mostre seu dom de forma clara.
Qual você quer? Escolha e clique:
3-) Colocando seu dom a serviço de Deus e do próximo
Descobrir o dom é apenas uma parte do caminho. Isso porque vemos muitas pessoas que sabem que têm um dom, mas não o usam, desperdiçando-o. Vemos esse exemplo na parábola dos talentos, onde um dos que receberam talentos o enterrou ao invés de fazê-lo render. Por isso, se você sabe seu dom, é hora de conversar com a liderança da sua igreja e colocar as mãos à obra! Não enterre esse presente vindo de Deus para você, use-o!
4-) Sabendo que tem coisas que não dependem de você ter um dom para realizá-las
Como eu disse no inicio, os dons são habilidades mais específicas, para trabalhos mais específicos na obra de Deus (pastorado, diaconato, evangelismo, missões, etc). Pensando nisso precisamos entender que determinadas ações não dependem de você ter um dom para realizar. Por exemplo, para orar não é preciso ter um dom, basta você se dispor e orar. Para ajudar o próximo não precisa ter um dom, basta se dispor e por a mão na massa. Para ajudar a limpar a igreja não precisa ter um dom, basta estar disponível. A grande maioria das atividades no reino de Deus não depende de termos um dom específico para realizar, depende de termos vontade, envolvimento e disposição para o trabalho.
5-) Dispondo-se nas coisas que têm condições de fazer
Saiba que você pode colaborar hoje mesmo com o reino de Deus, mesmo sem saber ao certo qual é o seu dom. Pode se dispor, por exemplo, a ajudar pessoas que já exercem seus dons, pode começar a orar pela obra, pelos líderes, pode evangelizar, pode contribuir, pode dar um abraço, pode receber os visitantes, pode falar de Jesus aos colegas de trabalho, pode ser um exemplo de testemunho… pode fazer milhares de coisas e colaborar! Agora, se já sabe qual é o seu dom, poderá atuar com mais energia nessa área mais específica que Deus te preparou e também, é claro, em outras áreas na medida da sua disponibilidade.
CONCLUSÃO
Não podemos dar desculpas de que não servimos a Deus porque não sabemos como fazê-lo. Agora você já sabe e pode começar hoje mesmo a contribuir para esse reino, sabendo ou não qual é o seu dom!

“Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais…” (1 Coríntios 14.1)
4 passos para ser mais forte espiritualmente

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·         É realmente interessante observar o trabalho de bons músicos: Eles estudam dia e noite a mesma música, sem parar e sem desanimar. Deixam muitas coisas de lado para se dedicar apenas a um pedaço de papel cheio de “formigas ilegíveis” – notas musicais escritas em diversos tempos e entoações diferentes. Alguns podem até pensar: "Esses aí estão perdendo o melhor da vida e da diversão", ou até “Para que tanto esforço se eles não estão chegando a lugar algum?”. Talvez visivelmente esses bons músicos não estejam atingindo o que as pessoas ao redor esperavam ver – ainda – porém o estudo constante e regular fez algo mudar dentro deles: eles passaram a amar a música e ela passou a fazer parte deles também. Futuramente essa mudança será notória e poderá ser observada tanto por dentro quando por fora. Eles poderiam ter desistido? Mas é claro que sim. Foi fácil? Acredito que na maioria das vezes não; porém, o ponto crucial para que eles se tornassem o que são foi à esperança de que aquilo daria certo, o empenho que tiveram ao estudar, o amor que tiveram pela música e provavelmente a pontualidade em seguir a agenda de estudos. E tudo isso serviu de experiência para eles, pois através dessa batalha que travaram ao estudar, puderam moldar o seu caráter individualmente. Mas por que estou citando um estudo de música se o verdadeiro tema deste artigo não tem nada a ver com música? É simples, porque a comparação deste estudo musical com o que vamos ler aqui irá ajudá-los a compreender melhor como ser forte espiritualmente.
Ser forte espiritualmente é uma missão para todos os dias. É o que irá nos suster e nos dar ânimo e vigor quando todas as outras coisas no mundo falharem, e é algo que é conseguido com muito empenho e trabalho árduo.
Richard J. Maynes, proprietário e diretor de uma empresa e líder religioso disse: "Todas as manhãs, quando acordamos, encaramos um novo dia cheio de desafios da vida. Esses desafios vêm de muitas formas: problemas físicos, revezes financeiros, dificuldades de relacionamento, atribulações emocionais e até dúvidas em relação a nossa própria fé.
Muitos desafios que enfrentamos na vida podem ser solucionados e vencidos. Contudo, outros podem ser difíceis de compreender e impossíveis de sobrepujar, e estarão conosco até que passemos para a vida futura. Ao perseverarmos temporariamente nos desafios que podemos solucionar e ao continuarmos a suportar aqueles que não podemos resolver, é importante lembrar que a força espiritual que desenvolvermos vai nos ajudar a perseverar com sucesso em todos os desafios que enfrentarmos na vida. (...) Estar espiritualmente preparado significa que desenvolvemos força e vigor espiritual: que estamos em boa forma espiritual. Estaremos “em boa forma espiritual se escolhemos constantemente o certo.”.
Como podemos então adquirir essa fortaleza para nossas vidas?
·         1. Crie uma referência entre boas e más escolhas
Uma boa maneira de começar a se fortalecer espiritualmente é criando um parâmetro em sua própria vida, avaliando seu dia a dia e vendo quais atitudes precisam ser mudadas e quais podem permanecer e se desenvolver. Um bom indicador das nossas ações é a nossa consciência, que sempre se mostra leve como uma pluma ao realizarmos uma boa escolha ou pesada como concreto ao realizarmos uma má escolha. A força espiritual só se desenvolverá se escolhermos aquilo que é correto e bom.
·         2. Seja gentil, paciente e tolerante.
Gentileza proporciona gentileza, a paciência como virtude e a tolerância para com nossos semelhantes criam um ambiente saudável e um padrão que aumenta a nossa força espiritual e a capacidade de resistir àquelas forças que tentam nos destruir.
·         3. Persevere
Assim como uma chave é essencial para se destrancar uma porta, a perseverança é essencial para que se chegue a algum lugar. Você só poderá ter força espiritual se batalhar para consegui-la, e assim como aqueles bons músicos trabalharam arduamente para tocar suas mais belas músicas, é necessário que se trabalhe muito, diariamente. Se acaso venha a se sentir desanimado ou desamparado, lembre-se que outros já passaram por dificuldades semelhantes e venceram. O próprio Senhor Jesus Cristo já passou por dificuldades semelhantes na mortalidade, porém, o diferencial é que Ele perseverou e venceu. Se muitos já conseguiram, você também consegue.
·         4. Envolva sua família e crie uma fortaleza resistente
Melhor do que trabalhar sozinho é ter a segurança de ser apoiado por sua família. Sendo assim, uma fortaleza espiritual será bem mais resistente se todos os membros da família estiverem engajados na mesma causa. Então pratiquem boas ações em família, divirtam-se juntos, leiam e estudem juntos, e fortaleçam os laços familiares e verão que será mais fácil enfrentar a vida e os desafios do dia a dia.
Lembre-se de que desenvolver a força espiritual requer boa vontade, perseverança, união e a prática de muitas boas ações, requer a confiança em Deus e acreditar que mesmo parecendo que tudo é em vão, isso vai ser para o seu bem e vai realmente criar uma muralha resistente contra a destruição que lhe pode advir. Lembre-se sempre que todo sacrifício por uma boa causa vale a pena e um dia renderá deliciosos frutos doces em sua vida.


4 (Quatro) Coisas Necessárias Para Fazer a Obra de Deus
“Sê forte e corajoso, porque tu farás este povo herdar a terra que, sob juramento, prometi dar a seus pais”. Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido. Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares. (Josué 1.6-9)
Introdução
A obra de Deus não pode ser feita por voluntários. Não pode ser feita de acordo com os projetos humanos independentes de Deus, Seu propósito e Sua vontade. Daí que, a tese deste estudo é que Deus tem um projeto, uma forma de executá-lo e para isto chama e comissiona homens para trabalhar em cooperação com Ele. No texto acima, seu projeto era conduzir o povo à terra prometida (vs. 6). Para isto chama Josué e lhe dá instruções especificas de como fazê-lo (vs. 7 à 9). Na leitura do texto acima podemos então destacar quatro coisas necessárias para fazer a obra de Deus, a saber:
1.     Consciência do chamado de Deus.
“Não to mandei eu? Sê forte e corajoso; não temas, nem te espantes, porque o SENHOR, teu Deus, é contigo por onde quer que andares.” (Josué 1.9)
“Não te mandei eu?” Fica claro a necessidade de ser enviado por Deus. Ninguém pode fazer a obra de Deus sem mandato. Doutra sorte, quem é enviado deve ter consciência disso. Outras aplicações deste versículo:
a)     Quem chama capacita: “Sê forte e corajoso...”
b)    A presença de Deus é garantida na execução do chamado: “Porque o Senhor é contigo por onde quer que andares” (Conferir com o nosso chamado em Mt 28.18-20; 1ª Pe 2.9; Rm 10.9-10).
 2.     Visão
“Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares.” (Josué 1.7)  
Sem visão não teremos estratégia, coesão e comprometimento do povo com a causa que esposamos. A visão do rumo certo nos compromete com a oração, estimula a nossa fé e fornece bases definidas para a obediência. Nossa visão prática:
a)     Evangelho do reino de Deus;
b)    Discipulado (Ser e fazer discípulos);
c)     Vida em comunidade (Comunhão e relacionamentos) e,
d)    Igreja nas casas.
3.     Transmissão
“Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Josué 1.8)
Transmissão diz respeito à forma e comunicação da visão. Antes de tudo, porém, se faz necessário incorporar, encarnar a visão: “...antes, medita nele dia e noite...” Se a causa que esposamos não nos envolver completamente, não conseguiremos a adesão de outros. O que devemos transmitir em relação à visão:
a)     Conhecimento: Não nos referimos aqui a conhecimento intelectual somente, mas aquele que advêm da relação e intimidade com Deus e Sua palavra;
b)    Experiência: Se relaciona à prática do conhecimento;
c)     Conduta e comportamento: Se relaciona à transformação como resultado da obediência e do relacionamento e,
d)    Relacionamento: Se refere à forma como conhecimento, a experiência e a conduta são obtidas, isto e, através da comunhão intima com Deus e uns com outros.
4.     Comprometimento
“Tão-somente sê forte e mui corajoso para teres o cuidado de fazer segundo toda a lei que meu servo Moisés te ordenou; dela não te desvies, nem para a direita nem para a esquerda, para que sejas bem-sucedido por onde quer que andares. Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” (Josué 1.7-8)
Para teres o cuidado... (vs 7), ...para que tenhas o cuidado... (vs 8). Comprometimento diz respeito ao zelo que temos com nosso chamado, com a visão e a transmissão. O fracasso nesta área pode comprometer todo o projeto.
Características do comprometimento:
a)     Pontualidade;
b)    Assiduidade;
c)     Tempo qualificado e,
d)    Disponibilidade.
Conclusão:
É bem possível ser chamado por Deus e ter consciência disso. Entretanto, se a visão for negligenciada, a transmissão não for adequada e o comprometimento não for integro, não haverá sucesso no empreendimento, embora Deus tenha prometido (vs 7 e 8). A prosperidade “então farás prosperar o teu caminho e serás bem sucedido...” (vs 8), depende de uma espiritualidade comprometida com o chamado, visão e transmissão do projeto de Deus.